Na cidade, também conhecida como a "Capital do Oeste Potiguar" os alunos tiveram a oportunidade de visitar pontos turísticos da cidade como: o Museu da Petrobras, o Teatro Municipal, Memorial da Resistência, incluindo também no roteiro a visita de uma belíssima exposição, na sala Joseh Boulier, do artista plástico potiguar Dorian Gray, acontecimento este que culminou com uma entrevista dos alunos da escola ao Programa 60 minutos com o jornalista Luiz Almir, da emissora TV Ponta Negra.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
EXCURSÃO DOS ALUNOS
Na cidade, também conhecida como a "Capital do Oeste Potiguar" os alunos tiveram a oportunidade de visitar pontos turísticos da cidade como: o Museu da Petrobras, o Teatro Municipal, Memorial da Resistência, incluindo também no roteiro a visita de uma belíssima exposição, na sala Joseh Boulier, do artista plástico potiguar Dorian Gray, acontecimento este que culminou com uma entrevista dos alunos da escola ao Programa 60 minutos com o jornalista Luiz Almir, da emissora TV Ponta Negra.
Projeto Piloto do MEC é sucesso em nossa escola!



Sob a Tutoria da Professora Anne Michelle, que após receber uma capacitação de 15 dias na Cidade do Rio de Janeiro, visando torna-se multiplicadora do conhecimento da língua espanhola, teve inicio este mês em nossa escola, o Projeto Piloto em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Cervantes para aprimorar o ensino do espanhol na rede pública.O Instituto Cervantes, centro de ensino com sede na Espanha que já tem nove filiais no Brasil, foi o grande responsável pela formação dos professores brasileiros e também por disponibilizar os recursos didáticos e técnicos para o ensino do espanhol nas escolas públicas.
A primeira aula do projeto, em nossa escola, gerou não somente nos educandos, mas em toda a comunidade escolar novos anseios com relação aos rumos da educação do nosso país, nos impulsionando a prosseguir, certos não somente, de que vamos mais uma vez obter êxito educacional em nossa escola, mas que estamos caminhando para viabilizar ao nosso alunado um ensino mais digno e coerente com o novo milênio.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
As Gestoras, Maria Ivoná Lopes de Araújo Fiel, e Ineizilda Rodrigues Monteiro acolheu a todos muito carinho, enquanto a professora Cibele Salviano participava ativamente do encontro.
Iº FESTIVAL DE ARTE E DIFUSÃO CULTURAL NA ESCOLA
As professoras de Arte Givalda Macedo, e de Lingua Portuguesa Maria Augusta da Escola Estadual Professor Francisco Veras - Angicos, estão organizando o Iº Festival de Arte e Difusão Cultural na Escola.
Acontecerá na próxima quinta-feira, 1º de outubro, a partir das 19h30min, na Escola Estadual Professor Francisco Veras.
Será uma noite com apresentações de literatura de cordel, poesia épica e culturais, com participação especial do Grupo de Teatro Transformação, da cidade de Campo Grande - RN.
Haverá ainda palestra com Francisco Neves de Macedo, escritor, trovador, cordelista e imortal da Academia de Trovas do RN.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
GESTÃO DEMOCRÁTICA
da esquerda para a direita: Suenildes (representante dos pais), Ivaneide (representante dos professores -Secretária da Comissão), José Lucas (representante dos alunos) e Reinaldo (representante dos funcionários - Presidente da Comissão).
CONSELHO ESCOLAR
- Maria Ivonete Lopes de Araújo - Representante dos professores (Presidente)
- Núbia Maria da Silva Souza - Representante dos funcionários (Vice-Presidente)
- Anne Michelle de Araújo Dantas - Representante dos professores (Secetária)
- Izabel Xavier de França Barros - Representante dos professores
- Josué Guilherme de Souza Filho - Representante dos funcionários
- Maria Lizete da Cunha Caraú - Representante dos funcionários
- Adeilson Carlos da Silva - Representante dos alunos
- Davanilson de Moura Santos - Representante dos alunos
- João Henrique Gonçalves da Silva - Representante dos alunos
- Maria Gorete Borges da S. Pereira - Representante dos pais
- Marione de Oliveira Araújo - Representante dos pais
- Nataliene da Cunha Felipe de S. Andrade - Representante dos pais
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Política e Cidadania
Enquete Comunidade: Por que há escândalos de corrupção no Brasil?
(1) Porque não há punição para os políticos envolvidos - 111 votos (68%).
(2) Porque o povo comete pequenos atos de corrupção diariamente - 27 votos (17%).
(3) Não tenho opinião formada sobre o assunto - 25 (15%).
O Gráfico 1: Demonstra os resultados obtidos a partir do questionamento aplicado em uma pesquisa de campo na comunidade.
fonte: Pesquisa de campo, agosto de 2009
Enquete Intenet: Por que há escândalos de corrupção no Brasil?
(1) Porque não há punição para os políticos envolvidos - 13 votos (65%).
(2) Porque o povo comete pequenos atos de corrupção diariamente - 06 votos (30%).
(3) Não tenho opinião formada sobre o assunto - 01 (5%).
O Gráfico 2: Mostra os resultados alcançados diante de uma Enquete, com o mesmo questionamento, realizado neste blog no mesmo período.
fonte: Internet. Disponibilizada em: http://eepfv.blogspot.com, agosto de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
FRAGMENTOS DE TEXTOS SOBRE CIDADANIA
PRODUZIDOS PELOS ALUNOS DOS 3ºs ANOS "D" E "F" DO ENSINO MÉDIO NOTURNO.
Esses fragmentos são frutos de uma avaliação de conhecimentos prévios sobre o tema: CIDADANIA, em que o professor pediu que os alunos produzissem um texto sobre o tema acima citado com base em seus conhecimentos sobre o mesmo.
"Para formação de uma cidadania é preciso haver nela cidadãos que procurem cada vez mais lutar pelos seus direitos sem se esquecerem que existe deveres a serem cumpridos".
Valéria Cruz - 3º "F"
"O alicerce de uma cidadania é o respeito e o amor ao próximo".
Valéria Cruz - 3º "F"
"Cidadania é fazer parte de uma sociedade em que temos os nossos direitos respeitados somos tratados com dignidade e onde há justiça e igualdade para todos".
Uerbeson Simonete Souza - 3º "F"
"A cidadania é formada por nós cidadãos que corremos atrás dos nossos direitos, que cumprimos os nossos deveres e que lutamos pela igualdade entre todos".
Esteysia Glesya da Cunha - 3º "D"
"A cidadania é o próprio cidadão livre para se expressar, agir, pensar, protestar, procurar as mudanças; ir a luta sem medo de ser prejudicado ou criticado".
Cássio Júlio da Silva - 3º "D"
"Muitos perguntam o que é cidadania. Por que nos acostumamos com promessas de políticos? Por que nos acomodamos com a vida que vivemos e não procuramos nossos direitos? Essas perguntas básicas muitas vezes não tem respostas às vezes somos nós que não procuramos por uma".
Cássio Júlio da Silva - 3º "D"
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
ENSINO MÉDIO NOTURNO - I AMOSTRA CIENTÍFICA DO ENSINO MÉDIO NOTURNO
Trabalho realizado no pelos alunos e professores do Ensino Médio Noturno, no dia 03/09/2009.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
PRODUÇÃO DOS NOSSOS ALUNOS
TEXTO 1: A Seca de 1958
Série: 3º Turma: “D”
Na seca de 1958 as pessoas trabalhavam fazendo estradas para poder ganhar dinheiro com Programa da Emergência, queimavam xiquexique para a alimentação do gado para que eles pudessem sobreviver.
A dificuldade de água era grande, abriam cacimbas no rio, mesmo assim a água era muito salgada, apesar disso, todos agradeciam porque tinha água para beber e cozinhar. Carregavam nos burros e galões, para o abastecimento de suas casas.
Não havia plantações porque a terra era muito seca, então os agricultores não podiam plantar feijão, nem milho para alimentar sua família, a sorte de todos era o feijão que vinha do governo, o famoso “feijão bala-Brasil”. Esse feijão vinha para uma antiga cantina que tinha em Angicos, quando chegava era distribuído para os sítios vizinhos.
terça-feira, 1 de setembro de 2009
TEXTO 2: A Seca de 51
Entrevistado: Cirilo Barbosa da Silva (80 anos) - Sítio Cachoeirinha - Município de Angicos, RN
A Seca de 51
Em 1951, um ano denominado de sofrimento e angustia, pois foi a maior seca enfrentadas pelas pessoas que aqui residiam marcadas de desespero de muitos e pela pobreza de outras.
O que parecia pior foi se agravando ainda mais, pois as dificuldades aumentaram por falta de alimentos para os animais, sendo obrigados ir pra caatinga queimar sodoro, o único alimento que conseguiu sobreviver a essa época. Para agravar ainda mais o problema que parecia sem solução, enfrentaram três secas em seguida uma atrás da outra, nos anos de 1951, 1952 e 1953, onde tinha apenas chuvas passageiras, mas não dava produção.
Embora essas secas tenham sido preocupantes, não enfrentavam problemas com água por causa do rio que dava conta do consumo de água de que o povo utilizava. O único sustento em recurso era o minério de onde o povo tirava o dinheiro, um trabalho explorador, mas o único meio para sustentar suas famílias que às vezes passavam fome, pois poupavam comida por causa das dificuldades e a pobreza.
Em 54 foi um ano favorável, o inverno foi bom, teve produção, mas não foi tranqüilo, pois antes que o sertão se recuperasse totalmente enfrentaram mais uma seca em 1970, mais não tão grande como a de 51.
Além disso, não tinham ajuda dos prefeitos e governadores, por falta de recurso, não obtinham acesso a saúde, o máximo que tinham era uma pequena escolinha.
Diante dessa turbulência, e dessas secas inesperadas, aconteceram cheias em 74 a 76, recuperando os desastres deixados por suas secas, mas os mais velhos acreditam que se acontecerem secas como a de 51, o meio ambiente não conseguiria sobreviver a um desastre.
TEXTO: 3 A Seca no Nordeste
Entrevistada: Maria Diva da Macena
End.: Raimundo Miguel da Cunha – Alto da Alegria - Angicos, RN
A Seca no Nordeste
A família da senhora Diva passou por essa consequência da seca no nordeste, que atingiu toda região nordestina, uma grande crise no ano de 1932, entre muitos outros anos que houve, muitas secas existentes na região que afetou a população de maneira triste, pela fome e a miséria, pois não chovia no sertão, e era muito difícil. As pessoas abandonavam as fazendas e iam embora para o agreste, saiam da sua terra para não sofrer o risco da seca.
Quando a seca começou, o desespero era grande, pessoas que não tinham o que comer, comiam berduega que era um tipo de erva , xiquexique, mel de furo, coco de catolé e outras plantas da caatinga . Caçavam preá para venderem e com o lucro que ganhavam compravam rapadura e farinha que era mais barato.
Para comer o xiquexique, a pessoa descascava, botava para secar a crueira do sodoro e botava no pilão e depois pisava, colocava água espremendo no prato e usava um pano para colocar tudo na panela de barro. Para quem tinha cacimba era mais fácil para a utilização da água, quem não tinha iam de carroça até o açude. Muitas pessoas morriam, tanto de fome e de doenças como diarréias; o pouco de água que tinha no açude era contaminada por bactérias, era preciso ferver a água para utilizá-la, a não ser da cacimba que eram poucas pessoas que tinham.









